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Amor (im)perfeito!

por ss, em 25.06.12
 
 

 

Seria perfeito, esse amor que sentes, se o mostrasses para que toda a gente o pudesse ver!

Seria perfeito, porque, que mais pode desejar alguém se não ser amado?

Seria perfeito, porque contam as histórias que tudo no mundo gira em volta desse ser a que chamam amor!

E o amor é perfeito! Ouso até dizer que é mais que perfeito!

E que ninguém se atreva a duvidar!

 

O Amor é perfeito!

 

Basta passar por um jardim, passear à beira-mar, para ver o quão feliz é, quem teve a sorte de se apaixonar!

Os sorrisos, os gestos, as palavras, os olhares… são perfeitos!

Até as zaragatas, os ciúmes, as incertezas… são perfeitos!

Os abraços, os beijos, as carícias… são perfeitos!

 

E quem me dera, sentir na minha pele apenas um resquício dessa perfeição.

E o quanto eu queria viver por um minuto a perfeição de um beijo, de um baraço, de um olhar apaixonado...

Mas, por mais que o tempo se afaste de mim… 

E por mais que eu busque a perfeição, jamais a conseguirei alcançar...

 

O meu amor é imperfeito…  

 

 

"Ain't no sunshine when she's gone
Only darkness everyday
Ain't no sunshine when she's gone
And this house just ain't no home
Anytime she goes away"

--------,,----------

Texto escrito para a  Fábrica de Letras - fabricadeletrasepalavras.blogspot.com

 

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Pum. Pum. Pum.

por ss, em 15.01.12

Crise! Crise! Crise! Ou. Pum! Pum! Pum!

Nos últimos tempos, fomos bombardeados com fortes medidas de austeridade:

Corte do subsídio de férias e do subsídio de natal.

Aumento do IVA na electricidade, restauração, refrigerantes, óleo alimentar, enlatados...

Introdução de portagens nas SCUT.

Aumento das taxas moderadoras, das propinas, e dos transportes.

...

E, havendo fundados receios de que isto não fique por aqui, de cada vez que o Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, vem a público, o nosso instinto, é colocarmos um escudo protector na nossa frente, como se nos estivéssemos a defender das balas do inimigo.

O problema é que o inimigo é certeiro, e de pouco nos vale escondermo-nos. Somos alvejados sem dó nem piedade, de forma muuuuuuito lenta (dado o discurso do Sr. Ministro), como se nos quisessem massacrar.

Por incrível que pareça, os tiros parecem ter uma só direcção! Ou então, há quem tenha escudos protectores mais eficazes, e por isso mesmo,  fique imune a tais ataques. Mais uma vez se constata a minha teoria: o princípio da igualdade só está consagrado formalmente, porque na realidade ele não se aplica!

Pum. Pum. Pum, e continua tudo na mesma, ou pior:

- Aumento da taxa de desemprego;

- Recessão da economia;

- Descontentamento social.

Perante isto, sou obrigada a constatar que a situação que vivemos é difícil. Estamos de certeza num período de depressão e de escuridão (luzes mesmo, só na Luz).

No entanto, desligando-me da realidade, e fazendo uma viagem ao meu passado, verifico que os tempos sempre foram difíceis! Desde que me lembro, os meus pais sempre tiveram que fazer esforços para que o salário chegasse ao final do mês. A minha mãe sempre comprou os produtos de marca branca, o frango sempre foi a carne mais consumida lá em casa,  e os enlatados também eram muito frequentes. E, o meu pai, sempre embirrou connosco (comigo, e com o meu irmão, por causa da televisão e do pc), dizendo que no final do mês seriamos nós a pagar a luz, e referindo que a luz estava cara. E estas lembranças acompanham-me desde sempre, não são de hoje.

A grande diferença, é que agora há um maior número de pessoas para quem os tempos são difíceis. E, é por isso, que a crise anda na boca de toda a gente, e tem estas proporções. Afectando um maior número de pessoas as consequências são inevitavelmente piores para o país!

Pergunta-se: o que nos terá levado a esta situação? Há várias teorias. Haverá vários culpados.  Porém, essas questões serão deixadas para os historiadores, e para os estudiosos. Não há tribunais que julguem as más opções políticas! E por isso, a culpa morrerá solteira. No entanto, estamos numa situação sui generis: não há culpados, mas há quem tenha de assumir as responsabilidades. E esse papel é nosso, é do "povo". No fundo, o que temos é uma base a sustentar o topo da pirâmide. Não é estranho que assim seja, pois não? Se invertêssemos os papéis, há muito que a pirâmide tinha caído, e nosso "jardim à beira mar plantado", ter-se-ia, sucumbido.

 

Saúde, trabalho e esperança! É o que desejo a todos!

 

"The future's in the air
I can feel it everywhere
Blowing with the wind of change"

 

 

Texto escrito para a Fábrica de Letras (fabricadeletrasepalavras.blogspot.com)

 

 

 

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