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O Amor é fodido, mas...

por ss, em 16.01.13

não deviamos deixar que também nos fodesse a vida!

 

Ando deprimida e é por causa dele! Ainda há uns 5-10 minutos estava a ouvir músicas deprimentes e a lamentar-me! Depois oiço histórias de pessoas que venceram o cancro, que lutaram pela vida, e eu fico... pois, eu de facto tenho mesmo razões para andar a lamuriar-me pelos cantos tenho!

 

Apetece-me dar um berro a mim mesma e dizer: hei, acorda para a vida! O que passou passou, já lá vai! Esquece, afinal não foi assim tão mau! Trouxe-te vivências, experiência, uma forma nova de ver as coisas... Segue em frente, não fiques parada à espera que a vida te caía nos braços.

 

E pronto, este foi um desabafo sincero, que sei que ninguém vai ler, mas que me deixou assim meia aliviada... e é isto!

 

 

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I can´t make you love me

por ss, em 16.01.13

 

Sinto-me sem nexo,

sem sentido, sem existência...

Vivo da ilusão, da irrealidade,

da aparência...

 

Sou corpo sem alma,

sou alma sem coração...

Sou mentira sem verdade,

sou amor sem ter razão...

 

Um livro sem história,

Uma música sem refrão.

Um Gesto que diz que sim,

E uma palavra: Não!

 

Dor, revolta, raiva,

e por fim, tristeza...

Sem sonhos, sem vontades,

mas com uma cruel certeza!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Amor

por ss, em 11.01.13
 


 

 

Um misto indescritível e arrepiante de emoções: o Amor na saúde e na doença, o Amor na vida e na morte! O Amor altruísta e egoísta, o Amor que se constrói, e se destrói.

Emocionante, cativante, agonizante, envolvente, apaixonante... o filme mostra o outro lado do Amor (aquele que não se costuma ver no cinema!) 

 

 

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Livros e leituraspara 2013!

por ss, em 10.01.13

Eu antes era diferente! Tinha tempo para ler, ou melhor tinha vontade! Agora o tempo escasseia, quer dizer, falta-me vontade. Os livros estão à cabeceira para serem lidos. Alguns já foram abertos e as primeiras páginas já foram lidas, mas já as esqueci,por isso vou ter que começar de novo.

 

Para já, vou comprometer-me a ler apenas aqueles que tenho em casa, e assim tenho:

"As Intermitências da Morte" de José Saramago; "No dia seguinte ninguém morreu."*

"Os Homens que Odeiam as Mulheres" de Stieg Larsson; "Atirou Elvis para dentro de um contentor do lixo."*

"O Mistério da Estrada de Sintra", de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão; "... o ser humano só pode ter a felicidade no dever cumprido."*

"Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco; "A última pessoa falecida, há vinte e seis anos, foi Manoel Botelho, pai do autor deste livro."*

"Budapest" de Chico Buarque"; "...made me drink from the water in which she had washed her blouse." *

"Justiça de Aristóteles" de Margaret Doody. "Era na verdade, Primavera."*

 

Depois dos exames prometo dedicar-me a eles, só tenho de definir uma ordem e deixar que as palavras voltem a entrar na minha vida como antes.

 

 

  

 

 

 

 

*só porque eu tenho a mania de ler as últimas frases de cada livro!

 

 

 

 

 

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Can´t find a better man!

por ss, em 09.01.13

 Oiço a mesma música vezes e vezes sem conta, não me cansa a voz, não me cansa a melodia nem me cansa o refrão. Mas dói-me saber o significado de cada palavra! Preferia ter-me mantido ignorante, e esta ser só mais uma canção - uma canção sem significado! Mas tal como tantas outras, esta também tinha que entrar na minha vida, não era?

Tento esquecer mas não consigo! Não consigo porque nem sequer tive oportunidade ainda para o fazer! Vejo aquele momento sempre que me cruzo contigo. A nossa forma de falar já não é mesma. E também já não nos olhamos como antes. Eu sei que não é! Eu evito falar-te, evitando olhar-te! E por mais que digas que vai ficar tudo igual, eu sei que não vai. Podes dizer que eu vou ser feliz, mas hoje isso não é verdade!

Queria que tivesse sido de outra maneira. Tinha sonhado que fosse de outra maneira. Mas quase nunca a realidade corresponde àquilo que sonhámos. Pergunto-me para que é que perdemos tempo com sonhos... Precisa de uma explicação! Sim, uma explicação! Só queria saber o porquê de ter acontecido. Queria saber porque o fizeste, com que intenção o fizeste, e o que sentiste ao fazê-lo. Sei que não significou o mesmo para ambos. Já mo disseste. Mas então porquê te envolveste? Porque é que me fizeste acreditar que era possível? Porque é que me fizeste sentir especial?

Tantas perguntas! Eu sei, sou dramática! Ou talvez tenha uma forma muito diferente de ver as coisas! Nunca me teria deixado envolver de tivesse as certezas que tenho hoje. Nunca. Preferia a ignorância. Preferia permanecer naquela fase supérflua do sonhar. Para mim a verdade nem sempre é preferível. Porque matando a incerteza mata também a esperança. E esperança era o que me restava!

O que me resta agora? Restam-me os dias que tenho que preencher com trivialidades, horas que se traduzem em momentos do acaso! Resta-me uma certeza que me magoa e me fez deixar de sonhar...

 

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