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As adversidades da vida!

por ss, em 28.01.12

 Como é que se vive, sabendo que a qualquer momento se pode morrer? E, como é que se vive, sabendo que a qualquer momento alguém que se ama pode morrer?

As perguntas assustam-me, e as respostas ficam suspensas no ar. Não imagino qual seja o sentimento. Não imagino a dor! Não imagino as lágrimas. Não imagino o sofrimento. Nem é possível imaginar.

O que é que se sente? Uma vontade de fazer parar o tempo? Um desejo infinito de que a vida pare e se estabilize naquele momento? Ou que tudo seja um pesadelo e há somente uma vontade de acordar?

A vida é efémera! Efémera de mais. E nós perdemo-la, e perdemo-nos tantas vezes sem darmos conta de que estamos a desperdiçá-la. E, só quando a sentimos presa por um fio, é que despertamos, e decidimos dar-lhe o devido valor.  Mas, será que ainda vamos a tempo?

Até que ponto, tudo o resto, para além da vida, é importante? O que é esse resto? O que é essa vida? O que é importante?

E isto importa?

 

 

 

 

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Saudades!

por ss, em 02.10.11

Sabes, às vezes sinto tanto a tua falta. Deves achar estranho que te diga isto, afinal, nunca te procurei para falar contigo enquanto aqui estavas. Eu sou assim, um erro atrás do outro. Nunca tive coragem para te dizer o quanto tinhas marcado a minha vida. Nunca fui sincera contigo. Na verdade nunca fui sincera comigo. Pode parecer-te estranho, mas volto a dizer-to: fazes-me falta. Não pelas horas e horas que passamos juntos à conversa ou pelos momentos em que me acolhes-te as minhas lágrimas, porque esses nunca existiram. Fazes-me falta simplesmente porque era bom saber que estavas presente, e que a qualquer instante me podia cruzar contigo na rua. Tenho saudades do teu sorriso doce e matreiro, do teu olhar sereno e misterioso, da tua voz calma e sincera. Tenho saudades. Tenho tantas saudades. Ficou tanto por dizer, e tanto por fazer. Tantos sonhos que ficarão por realizar. Tantos sorrisos por oferecer, e tantas lágrimas por chorar. Apetecia-me ir ter contigo agora. Apetecia-me abraçar-te e perguntar-te se tens uma explicação para isto que eu sinto. Porque eu mesma não sei o que significam estas lágrimas insistentes. Sinto um aperto no peito. Gosto de pensar que ainda andas por aqui. Gosto de acreditar que ainda estás por perto.

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