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...

por ss, em 03.07.14

tens sono... mas não queres adormecer...quer correr, fugir, gritar, mas faltam-te as forças... sentes que o que fazes errado, não tem sentido nenhum... o que estás a fazer afinal? sentes-te perdida... sozinha...tão sozinha como nunca.... já não há lágrimas... apenas as lembranças de algo que nunca exitiu... que apenas foi imaginação... o mundo avança... mas o eu mundo parou... sem outros mundos... não vale apenaesperar que esse momento chegue...ele nunca virá... e hoje eu yenho essa certeza... o mundo virou-te as costas e não quer saber mais de ti... está na hora de deixares o mundo também...

 

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As adversidades da vida!

por ss, em 28.01.12

 Como é que se vive, sabendo que a qualquer momento se pode morrer? E, como é que se vive, sabendo que a qualquer momento alguém que se ama pode morrer?

As perguntas assustam-me, e as respostas ficam suspensas no ar. Não imagino qual seja o sentimento. Não imagino a dor! Não imagino as lágrimas. Não imagino o sofrimento. Nem é possível imaginar.

O que é que se sente? Uma vontade de fazer parar o tempo? Um desejo infinito de que a vida pare e se estabilize naquele momento? Ou que tudo seja um pesadelo e há somente uma vontade de acordar?

A vida é efémera! Efémera de mais. E nós perdemo-la, e perdemo-nos tantas vezes sem darmos conta de que estamos a desperdiçá-la. E, só quando a sentimos presa por um fio, é que despertamos, e decidimos dar-lhe o devido valor.  Mas, será que ainda vamos a tempo?

Até que ponto, tudo o resto, para além da vida, é importante? O que é esse resto? O que é essa vida? O que é importante?

E isto importa?

 

 

 

 

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Feridas

por ss, em 01.07.11

«Dizem que o tempo sara todas as feridas. Talvez seja verdade. Mas há feridas que parecem não sarar. Sangram, vertem pus, voltam a sangrar, surpreendem-nos a magoar a alma quando esta já deveria estar habituada e imune a tanta dor. É certo que, às vezes, essas feridas acalmam, como as marés que recolhem a água e recuam para o mar alto; mas, tal como as marés, regressam depois, revigoradas, pujantes, invadindo de novo a praia e fazendo sentir o fulgor da sua presença, o ímpeto do seu regesso.»

 

José Rodrigues dos Santos, "A ilha das trevas"

 

 

 

 

https://1.bp.blogspot.com/_75cV7bUX1U8/TSXwEWjgxlI/AAAAAAAAADI/2PHtHCUYFgw/s1600/sofrimento.JPG

 

 

 

Há marcas que não se apagam nunca. Por mais anos que passem hão-de ficar eternamente gravadas nas pedras, na madeira, num corpo, numa árvore, ou num coração. E tu, mesmo sem querer, deixas-te uma dessas marcas indeléveis no meu coração. Não tiveste culpa, não era a mim que querias magoar, e nem eu sabia, que afinal o que eu sentia era apenas um vulcão adormecido.

 

 

 

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